Sonhar, realizar, mudar..... Inovar e multiplicar ideias para viver num mundo melhor e mais colorido.
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
FANTOCHE DE ROLO DE PAPEL HIGIÉNICO -BORBOLETA
Material:
- 2 Rolos de papel higiénico, fita, canetas de feltro, tesoura, palito de espetada,
- Guache, cola líquida, botões, pompom.
Corpo – Faça um corte longitudinal no rolo e enrole de modo a obter um rolinho de menor diâmetro. Passe cola branca para fixar a estrutura
Pinte com guache na cor desejada e espere secar.
Cole a fita com cola líquida, para dar o efeito de listras.
Passe cola líquida no pompom e cole na ponta do palito de espetada.
Fixe o palito dentro da estrutura (corpo) com cola.
Asas – Abra outro rolo, pinte-o com guache na cor desejada em ambas as faces.
Espere secar.
Utilizando o molde, desenhe as duas asas da borboleta.
Recorte as asas e, com canetas de feltro, faça o contorno e cole na estrutura (corpo).
Sugestão – Aplique molas no corpo ou nas asas, para prender recados, lembretes ou fotografias.
Utilize como enfeite ou fantoche. Não esqueça de dar um nome ao seu personagem.
Este conteúdo é parte do "Manual A Arte de Reutilizar" de Lucia Zani
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
FANTOCHE COM ROLO DE PAPEL HIGIÉNICO - ABELHA
Material:
- 3 Rolos de papel higiénico, fita preta, caneta de acetato, tesoura,
- Palito de espetada, tampa de plástico,
- Guache amarelo e preto, cola líquida, botões, fio.
Corpo – Faça um corte longitudinal no rolo e enrole de modo a obter um rolinho de menor diâmetro. Passe cola branca para fixar a estrutura
Pinte com guache amarelo e espere secar.
Cole a fita preta com cola líquida, para dar o efeito de listras.
Cabeça – Num outro rolo faça um corte longitudinal e abra-o.
Desenhe um círculo, pinte com guache preto e espere secar.
Na tampa desenhe com caneta de acetato os olhos, a boca e o nariz.
Com cola líquida cole a tampa no círculo pintado de preto.
Faça duas tiras estreitas com o resto do rolo de papel (antenas), pinte com guache preto e cole no círculo preto. Com cola líquida, cole a cabeça no palito da espetada.
Asas – Abra outro rolo, pinte-o com guache preto em ambas as faces.
Recorte as asas como mostra a figura 11.
Cole as asas no corpo.
Com cola líquida, fixe o palito de espetada dentro da estrutura do corpo.
Sugestão – Aplique molas nas asas para prender recados, lembretes ou fotografias.
Utilize como enfeite ou fantoche.
Não esqueça de dar um nome ao seu personagem.
Fale sobre a importância das abelhas na natureza (polinização).
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Bancada para Portátil .
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Faça a sua parte....
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma menina muito bonita. Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram velhas maltratadas.
O professor ficou penalizado com a situação da menina.
- "Como é que uma menina tão bonita pode vir tão mal arrumada para a escola?".
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo.
Ela ficou linda no vestido azul!
Quando a mãe viu a filha
naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas...
Quando acabou a semana, o pai falou:
- "Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa?
Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca, plantar um jardim."
Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.
Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado..
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.
A rua, de barro e lama, foi substituída por asfalto e calçadas de pedra.
Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul...
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive? Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e violência do trânsito?
Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.
Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Você acaba de receber um lindo vestido azul.
Faça a sua parte. Encaminhe essa mensagem para os seus amigos. Ajude-nos a melhorar o PLANETA!
O professor ficou penalizado com a situação da menina.
- "Como é que uma menina tão bonita pode vir tão mal arrumada para a escola?".
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo.
Ela ficou linda no vestido azul!
Quando a mãe viu a filha
naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas...
Quando acabou a semana, o pai falou:
- "Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa?
Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca, plantar um jardim."
Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.
Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado..
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.
A rua, de barro e lama, foi substituída por asfalto e calçadas de pedra.
Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul...
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive? Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e violência do trânsito?
Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.
Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Você acaba de receber um lindo vestido azul.
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